Estudos Bíblicos

O que é o arrebatamento?

O arrebatamento é o evento futuro no qual Jesus Cristo descerá do céu, os corpos dos crentes falecidos ressuscitarão e os dos crentes vivos serão transformados de imediato em sua gloriosa presença. Em seguida, ele os levará para o céu para viver eternamente ali com eles. O arrebatamento é a feliz esperança da igreja.

O texto de 1Tessalonicenses 4.13-18 cita sete importantes pontos que resumem a preciosa verdade do arrebatamento.

1. O reconhecimento

Inicialmente, Paulo esclarece que devemos entender o arrebatamento: “Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e com ele, aqueles que nele dormiram” (v. 13-14).

O Senhor quer que todo crente conheça a verdade do arrebatamento. O versículo 13 começa dizendo: “Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes”. Alguém já disse que a denominação que mais cresce é a “Igreja dos Irmãos Ignorantes”. Todavia, o Senhor não quer nos deixar com dúvidas quanto à verdade do arrebatamento.

O primeiro ponto que o Senhor deseja transmitir-nos quanto ao arrebatamento é que nossos familiares e amigos crentes falecidos não perderão o arrebatamento. No seu retorno, Jesus trará consigo os espíritos perfeitos dos crentes falecidos. Essa verdade proporciona consolo e esperança ao nosso coração e mitiga nossa tristeza quando pessoas amadas nos deixam. Quando o crente morre, não há uma despedida definitiva. No arrebatamento voltaremos a encontrá-los.

2. A revelação

Além disso, Paulo quer nos dar a entender sem qualquer dúvida que suas palavras vêm diretamente do Senhor: “Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor…” (v. 15a). Suas palavras são revelação de Deus. Não foi ele que imaginou aquilo.

3. O retorno

No seu retorno, o próprio Senhor voltará nas nuvens, acompanhado de três sinais: com uma ordem, com a voz do arcanjo e com a trombeta de Deus. “… Que nós, os que estivermos vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem. Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (v. 15b-16).

Essa ordem será a última de três ordens do nosso Salvador. Observe que em cada uma delas se ressuscitam mortos (cf. tb. Jo 5.28-29).

  1. A ordem no cemitério quando Lázaro foi ressuscitado (Jo 11.43-44).
  2. O brado na cruz, quando os mortos ressuscitaram (Mt 27.50-53).
  3. O brado das nuvens quando os mortos ressuscitarem na sua vinda (1Ts 4.16).

4. A ressurreição

Quando Cristo descer do céu, primeiro ressuscitarão os corpos dos crentes falecidos para serem unidos aos seus espíritos perfeitos que voltarão com o Senhor: “… os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (v. 16b).

Serão corpos glorificados da ressurreição, imunes à decomposição, adequados ao céu (1Co 15.35-36; 2Co 5.1-5; Fp 3.20-21).

5. O arrebatamento

Assim que os crentes falecidos ressuscitarem, os cristãos vivos serão instantaneamente transformados e levados à presença de Cristo sem passarem pela morte física. “Depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens…” (v. 17a).

Em 1Coríntios 15.51b temos uma precisa descrição daquilo que alguns de nós experimentarão no arrebatamento: “Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados”. Milhões de crentes nunca conhecerão o espinho da morte. Num instante eles serão arrebatados subitamente para a presença do Senhor nas nuvens (1Co 15.52).

6. A reunificação

Os mortos em Cristo e os santos vivos serão arrebatados juntos: “Depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre” (v. 17).

Será uma reunificação maravilhosa quando todos os crentes desta era se encontrarem com o seu amado Redentor!

7. O consolo

A certeza do arrebatamento proporciona consolo e esperança a todo o povo de Deus, especialmente quando morre um ente querido: “Consolem-se uns aos outros com essas palavras” (v. 18).

Mark Hitchcock / Chamada.com.br

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