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Amiga de Amanda Wanessa ainda se recupera de acidente de carro

Juciara Pimentel, amiga da cantora gospel Amanda Wanessa, ainda se recupera do grave acidente de carro que sofreu junto com a artista, no último dia 4 de janeiro, em Barreiros, Pernambuco.

Ao R7, ela, que também é cantora, disse que segue fazendo fisioterapia após sofrer múltiplas fraturas nas mãos, dedo e punho. “A reabilitação é lenta e dolorosa”. 

Juciara disse foi submetida a uma cirurgia minuciosa que durou cerca de duas horas. Nela, foram colocados oito pinos para a colagem dos ossos. O procedimento foi concluído com nove pontos. Após o acidente, a cantora precisou lidar com um período de estresse pós-traumático, e hoje, faz fisioterapia para recuperar os movimentos de toda a mão esquerda. “Fora isso, a dor insuportável que tive no corpo por causa do impacto. Essa, só passou depois de um mês e alguns dias”, recordou a jovem, sobre os traumas que passou.

Consciente do começo ao fim do acidente, a amiga de Amanda Wanessa revelou que ainda tem medo de entrar em um carro. “A psicóloga que me acompanha disse que eu não posso viajar ainda. Por enquanto, estou fazendo o chamado ‘enfrentamento’, que é andar de ônibus e carro pela cidade, fazendo minhas atividades corriqueiras”, explicou. 

A grande aliada de Juciara na recuperação é a terapia. “Antes, eu não conseguia nem falar no acidente, e muito menos andar de carro. Era uma luta para sair de casa e fazer as revisões da cirurgia, isso ainda em janeiro”, contou. 

Amanda Wanessa segue internada

Amanda Wanessa segue internada

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Amanda Wanessa segue internada no Real Hospital Português, em Recife. Questionada sobre a amiga, Juciara afirmou que somente o marido da cantora, o empresário Dobson Santos, é que está autorizado a falar sobre o estado de saúde da mulher. 

Em entrevista recente ao R7, o empresário comentou sobre a possibilidade de Amanda ficar com alguma sequela. “Essas respostas, de acordo com os médicos, não tem como serem respondidas, o prognóstico antecipado, eles não arriscam. Eles já presenciaram centenas de casos graves serem revertidos, por isso toda essa cautela sobre gerar expectativas sobre sequelas”, explicou. “A recuperação é lenta, não temos como antecipar um prognóstico”, concluiu. 

Por R7

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